As defesas do organismo
O Martim cai de bicicleta no caminho para a escola e esfola o joelho. A pele rompe-se, sangra, fica vermelha e quente, e poucos dias depois está curada, sem que a infeção tenha passado para o resto do corpo. Todos os dias respiras, tocas e comes microrganismos e quase nunca adoeces. Como é que o organismo consegue isto? Ao longo desta página vais perceber o que se passou no joelho do Martim.
Três linhas de defesa
O organismo não tem uma única defesa: tem várias, umas atrás das outras. Quanto mais longe um microrganismo chega, mais defesas encontra. Só quando todas falham é que aparece a doença.
No esquema estão representadas as três linhas de defesa do organismo. Escreve o nome das linhas assinaladas com A, B e C, ordenando-as da mais externa para a mais…
No esquema estão representadas as três linhas de defesa do organismo. Escreve o nome das linhas assinaladas com A, B e C, ordenando-as da mais externa para a mais interna, e indica qual delas é específica para cada agente infecioso.
Um pequeno arranhão cicatriza sozinho, sem tratamento. Descreve a sequência de defesas que atua desde a rutura da pele até ao fecho da ferida, indicando que linha de…
Um pequeno arranhão cicatriza sozinho, sem tratamento. Descreve a sequência de defesas que atua desde a rutura da pele até ao fecho da ferida, indicando que linha de defesa intervém em cada momento.
As barreiras: a primeira linha
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Pele: é uma camada contínua e resistente que os microrganismos não conseguem atravessar quando está intacta.
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Mucosas e muco: o muco das vias respiratórias prende microrganismos e partículas do ar. Os cílios empurram esse muco para fora, por isso muitos microrganismos nem chegam aos pulmões.
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Lágrimas e saliva: lavam a superfície do olho e da boca e contêm substâncias que destroem bactérias.
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Sumo gástrico: é tão ácido que mata grande parte dos microrganismos que entram com os alimentos.
Indica quatro barreiras do organismo que dificultam a entrada de microrganismos (pele, mucosas, lágrimas, suco gástrico...) e explica como cada uma delas atua na…
Indica quatro barreiras do organismo que dificultam a entrada de microrganismos (pele, mucosas, lágrimas, suco gástrico...) e explica como cada uma delas atua na proteção do corpo.
Explica qual é o papel desempenhado pelo muco e pelas mucosas das vias respiratórias como barreira defensiva contra os microrganismos.
Explica qual é o papel desempenhado pelo muco e pelas mucosas das vias respiratórias como barreira defensiva contra os microrganismos.
Uma queimadura extensa é uma emergência grave, mesmo que inicialmente não haja infeção. Relacionando com as linhas de defesa, explica por que razão a pele queimada…
Uma queimadura extensa é uma emergência grave, mesmo que inicialmente não haja infeção. Relacionando com as linhas de defesa, explica por que razão a pele queimada coloca a vida em risco e que perigo surge nos dias seguintes.
A resposta não específica: inflamação e fagócitos
Quando espetas uma farpa ou te pica um mosquito, a pele reage quase sempre da mesma maneira: fica vermelha, quente e dorida. Porque é que o corpo responde igual a agressores tão diferentes?
Os fagócitos são glóbulos brancos (leucócitos) capazes de englobar partículas. Saem dos vasos sanguíneos, vão até ao local da lesão, rodeiam o microrganismo com prolongamentos da membrana e digerem-no. Por isso se diz que «fagocitam» (do grego, «comer») os micróbios.
Explica o que são os fagócitos, a que grupo de componentes do sangue pertencem e por que razão se diz que «fagocitam» ou englobam os micróbios.
Explica o que são os fagócitos, a que grupo de componentes do sangue pertencem e por que razão se diz que «fagocitam» ou englobam os micróbios.
Explica o que é a inflamação e quais são os seus quatro sinais característicos na zona afetada.
Explica o que é a inflamação e quais são os seus quatro sinais característicos na zona afetada.
Quando espetas uma farpa, a zona fica avermelhada, quente e inchada. Explica o que está a acontecer, que nome se dá a essa resposta, que células sanguíneas se dirigem ao…
Quando espetas uma farpa, a zona fica avermelhada, quente e inchada. Explica o que está a acontecer, que nome se dá a essa resposta, que células sanguíneas se dirigem ao local e por que razão essa reação, apesar de incómoda, é benéfica.
A febre
Por isso não é preciso baixar logo qualquer febre ligeira, por exemplo $37{,}9\ ^\circ\text{C}$. Convém medicar quando a febre causa muito desconforto, quando é muito alta ou prolongada, ou quando a pessoa é muito frágil (bebé, idoso, doente crónico). Em caso de dúvida, contacta o centro de saúde ou a Linha SNS 24.
Indica se estas afirmações são verdadeiras ou falsas e justifica a tua resposta: a) a febre deve ser sempre baixada de imediato com medicamentos; b) os anticorpos são…
Indica se estas afirmações são verdadeiras ou falsas e justifica a tua resposta: a) a febre deve ser sempre baixada de imediato com medicamentos; b) os anticorpos são proteínas produzidas pelo próprio organismo; c) na primeira vez que um micróbio entra, a resposta específica demora mais tempo a atuar do que a não específica.
A febre é um aumento controlado da temperatura corporal que ocorre durante muitas infeções. Fundamenta por que razão pode ser considerada um mecanismo de defesa e não…
A febre é um aumento controlado da temperatura corporal que ocorre durante muitas infeções. Fundamenta por que razão pode ser considerada um mecanismo de defesa e não apenas um sintoma, e explica em que situações convém medicá-la.
Um adolescente apresenta 37,9 °C de temperatura corporal e dor de garganta com inflamação ligeira. A sua mãe quer administrar-lhe de imediato doses elevadas de…
Um adolescente apresenta 37,9 °C de temperatura corporal e dor de garganta com inflamação ligeira. A sua mãe quer administrar-lhe de imediato doses elevadas de antipiréticos e anti-inflamatórios para que a sua temperatura baixe para 36,5 °C rapidamente. a) A partir do papel defensivo da febre moderada e da inflamação (chegada de fagócitos, aumento do metabolismo celular e abrandamento da reprodução microbiana), justifica por que razão suprimir totalmente estes sintomas ligeiros poderia prolongar a infeção. b) Prevê e fundamenta que perigo vital ocorreria se a febre ultrapassasse os 41,5 °C de forma contínua, explicando o efeito do calor extremo sobre as proteínas e enzimas das nossas células.
Órgãos e gânglios do sistema imunitário
Os glóbulos brancos não se formam todos no mesmo sítio nem trabalham todos no mesmo sítio. O sistema imunitário reúne células e órgãos:
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Medula óssea vermelha: onde se formam os glóbulos do sangue, incluindo os leucócitos.
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Timo: onde amadurecem alguns linfócitos (os T).
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Baço: filtra o sangue, destrói glóbulos velhos e tem muitos linfócitos e fagócitos.
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Gânglios linfáticos: pequenos órgãos espalhados pelo corpo (pescoço, axilas, virilhas) que filtram a linfa. No seu interior há fagócitos e linfócitos que apanham os microrganismos.
Quando há uma infeção, os linfócitos multiplicam-se nos gânglios e estes incham e ficam doridos. Por isso, na gripe, os gânglios do pescoço aumentam: é sinal de que as defesas estão ativas.
Às pessoas a quem o baço é retirado recomenda-se uma maior vacinação e a vigilância apertada de qualquer infeção. Explica que relação existe entre o baço e os glóbulos…
Às pessoas a quem o baço é retirado recomenda-se uma maior vacinação e a vigilância apertada de qualquer infeção. Explica que relação existe entre o baço e os glóbulos brancos e por que razão a sua ausência enfraquece as defesas sem as anular completamente.
Durante uma gripe, os gânglios do pescoço incham. Explica o que são os gânglios linfáticos, o que acontece no seu interior durante uma infeção e por que motivo a sua…
Durante uma gripe, os gânglios do pescoço incham. Explica o que são os gânglios linfáticos, o que acontece no seu interior durante uma infeção e por que motivo a sua inflamação indica que as defesas estão ativas.
A resposta específica: linfócitos e anticorpos
| Não específica | Específica | |
|---|---|---|
| Rapidez | imediata (minutos/horas) | lenta na 1.ª vez (dias) |
| Células | fagócitos | linfócitos B e T |
| Reconhecimento | geral | de um antigénio concreto |
| Memória | não | sim |
Explica o que é um anticorpo, que células o produzem e por que razão cada anticorpo atua apenas contra um agente infecioso específico.
Explica o que é um anticorpo, que células o produzem e por que razão cada anticorpo atua apenas contra um agente infecioso específico.
Explica o que são os linfócitos e que duas funções principais desempenham na resposta específica.
Explica o que são os linfócitos e que duas funções principais desempenham na resposta específica.
Compara a resposta imunitária não específica e a específica: rapidez de atuação, células envolvidas, memória face ao mesmo agente e um exemplo de atuação de cada uma…
Compara a resposta imunitária não específica e a específica: rapidez de atuação, células envolvidas, memória face ao mesmo agente e um exemplo de atuação de cada uma perante a mesma infeção.
Perante a mesma bactéria, atuam primeiro os fagócitos e depois os linfócitos. Compara ambas as respostas: ordem de atuação, forma de reconhecimento do invasor e o que…
Perante a mesma bactéria, atuam primeiro os fagócitos e depois os linfócitos. Compara ambas as respostas: ordem de atuação, forma de reconhecimento do invasor e o que permanece no organismo após a conclusão do processo.
A memória imunológica e as vacinas
Quem teve sarampo em criança pode conviver com doentes toda a vida sem ficar outra vez doente. Como é que o corpo «se lembra» de um vírus durante décadas?
Na primeira infeção, os linfócitos demoram a reconhecer o agente e a produzir anticorpos, e é por isso que adoeces. Alguns linfócitos ficam como células de memória. Num segundo contacto com o mesmo agente, eles respondem em poucos dias e com muitos mais anticorpos, antes de surgirem sintomas.
Num estudo mede-se a quantidade de anticorpos no sangue de uma pessoa contra uma bactéria patogénica em dois momentos distintos: após o primeiro contacto (dia 1), os…
Num estudo mede-se a quantidade de anticorpos no sangue de uma pessoa contra uma bactéria patogénica em dois momentos distintos: após o primeiro contacto (dia 1), os anticorpos demoram 10 dias a surgir e atingem um nível máximo de 15 unidades; após um segundo contágio um ano depois (dia 365), em apenas 2 dias os anticorpos atingem 250 unidades. a) Interpreta estes resultados justificando a diferença de velocidade e quantidade a partir da função dos linfócitos de memória. b) Justifica como é que as vacinas aproveitam este mesmo princípio biológico para nos proteger sem termos de sofrer a doença.
Uma pessoa afirma: «Vacinar-se contra a gripe não serve para nada; a minha tia vacinou-se em novembro e em janeiro apanhou a gripe, ficou de cama com mal-estar e tosse».…
Uma pessoa afirma: «Vacinar-se contra a gripe não serve para nada; a minha tia vacinou-se em novembro e em janeiro apanhou a gripe, ficou de cama com mal-estar e tosse». Rebate a sua conclusão utilizando os teus conhecimentos sobre a resposta imunitária: a) Justifica por que razão o vírus da gripe pode infetar uma pessoa vacinada se tiver sofrido pequenas mutações nos seus antigénios de superfície e por que razão isso obriga a alterar a vacina todos os anos. b) Prevê e justifica como teria sido a evolução da infeção na sua tia se não tivesse sido vacinada, explicando o papel dos anticorpos e linfócitos gerados com a vacina prévia.
Quando as defesas exageram ou se enganam
Na primavera, o Marcos espirra, lacrimeja e tem a pele avermelhada. Não é nenhuma bactéria, por isso um antibiótico (que só atua em bactérias) não serviria. O pólen funciona como antigénio: o sistema imunitário reage como se fosse um invasor perigoso e liberta histamina. A histamina dilata os vasos sanguíneos e aumenta a produção de muco, e daí vêm a vermelhidão, o corrimento e os espirros. Um anti-histamínico bloqueia a ação da histamina e alivia estes sintomas.
Na diabetes tipo 1, os linfócitos destroem as células beta do pâncreas, que produzem insulina. Também se formam autoanticorpos: anticorpos dirigidos contra moléculas do próprio organismo (aqui, proteínas das células beta), em vez de contra um antigénio de um invasor. Marcam essas células para serem destruídas, tal como os anticorpos normais marcam uma bactéria. Aqui não há invasor: o «inimigo» são células do próprio corpo. Por isso antibióticos não curam esta doença (não há bactérias). Destruir todo o sistema imunitário também não: o doente ficaria sem defesas contra as infeções. O tratamento é repor a insulina.
Ao passear por um parque na primavera, o Marcos começa a espirrar sem parar, os seus olhos lacrimejam e a pele do pescoço fica avermelhada. Um amigo comenta-lhe:…
Ao passear por um parque na primavera, o Marcos começa a espirrar sem parar, os seus olhos lacrimejam e a pele do pescoço fica avermelhada. Um amigo comenta-lhe: «Apanhaste uma bactéria muito agressiva; toma um antibiótico rápido para te curares». a) Refuta os dois erros científicos da afirmação do seu amigo, explicando o que está a acontecer realmente no sistema imunitário do Marcos perante o pólen. b) O médico receita-lhe um fármaco «anti-histamínico». Prevê e explica que efeito terá este medicamento sobre os seus vasos sanguíneos e mucosas a partir da ação que a histamina exerce durante uma reação alérgica.
Na diabetes tipo 1, os linfócitos destroem de forma seletiva as células beta do pâncreas (responsáveis por produzir insulina) ao confundir as suas proteínas de membrana…
Na diabetes tipo 1, os linfócitos destroem de forma seletiva as células beta do pâncreas (responsáveis por produzir insulina) ao confundir as suas proteínas de membrana com as de um patogénio perigoso. a) Analisa este processo utilizando com precisão os termos «antigénio», «autoanticorpo» e «tolerância ao próprio», explicando em que difere este ataque daquele que ocorre contra uma bactéria invasora. b) Um estudante sugere: «Como é um ataque celular, poderíamos curar definitivamente a diabetes administrando antibióticos ou destruindo todo o sistema imunitário do doente». Rebate de forma fundamentada ambas as propostas.
Quando as defesas enfraquecem
Um doente em quimioterapia tem menos glóbulos brancos. Um fungo como o Pneumocystis jirovecii convive de forma inofensiva com pessoas saudáveis, mas pode causar pneumonia grave num doente com poucas defesas. Um familiar saudável, ao conviver com ele, não adoece, porque as suas defesas controlam o fungo. A proteção do doente passa por reduzir o contacto com microrganismos: lavar bem as mãos, evitar quem esteja doente, usar máscara, manter os espaços limpos e vacinar quem convive com ele.
O VIH infeta e destrói os linfócitos T auxiliares, que coordenam toda a resposta imunitária. Sem eles, os linfócitos B e os citotóxicos deixam de ser ativados e o organismo perde defesas. Na sida avançada, o doente morre sobretudo de infeções oportunistas e não do vírus em si. Com antirretrovirais, o vírus pode ficar indetetável: a multiplicação trava, os linfócitos T auxiliares voltam a aumentar e o sistema imunitário recupera.
Numa pessoa transplantada, como a Elena, os linfócitos T tendem a reconhecer o órgão como estranho (antigénios diferentes) e a rejeitá-lo. Os imunossupressores reduzem essa resposta, mas também reduzem as defesas contra bactérias e fungos. Daí o equilíbrio delicado: dose a mais, infeções; dose a menos, rejeição do rim. Num surto de gripe, a Elena tem risco acrescido de gripe grave. Deve evitar locais cheios, usar máscara, lavar as mãos e fazer a vacina da gripe, como aconselha o médico.
Voltemos ao Martim: o joelho esfolado perdeu a barreira (1.ª linha), inflamou e recebeu fagócitos (2.ª linha), e os linfócitos ficaram prontos para uma eventual infeção (3.ª linha). Ao fim de poucos dias a pele refez-se.
A um doente a receber quimioterapia é diagnosticada uma pneumonia provocada por Pneumocystis jirovecii*, um fungo inócuo que coexiste nas vias respiratórias da população…
A um doente a receber quimioterapia é diagnosticada uma pneumonia provocada por Pneumocystis jirovecii, um fungo inócuo que coexiste nas vias respiratórias da população saudável sem causar dano algum. Analisa este caso clínico: a) Justifica por que razão esta infeção é classificada como «oportunista» baseando-te no estado das defesas do doente após o tratamento. b) Se um familiar saudável conviver de perto com ele, prevê se adoecerá por este mesmo fungo e fundamenta a tua resposta. c) Delineia duas medidas preventivas concretas que o ambiente hospitalar ou familiar deva aplicar para o proteger face a outros agentes patogénicos habituais.
Os linfócitos T auxiliares atuam como coordenadores centrais do sistema imunitário, já que dão o sinal químico para ativar tanto os linfócitos B (que produzem…
Os linfócitos T auxiliares atuam como coordenadores centrais do sistema imunitário, já que dão o sinal químico para ativar tanto os linfócitos B (que produzem anticorpos) como os macrófagos e linfócitos citotóxicos. O vírus do VIH infeta e destrói especificamente estas células. a) Prevê que consequências em cadeia sofre o sistema defensivo ao perder estes linfócitos específicos e deduz por que razão os doentes com sida avançada não morrem pelo vírus em si, mas sim por outras infeções. b) Se uma combinação de fármacos antirretrovirais travar a multiplicação do vírus até o tornar indetetável, prevê o que acontecerá com a contagem de linfócitos e a saúde do doente.
A Maria recebeu um transplante de rim e tem de tomar fármacos imunossupressores diariamente. Ao fim de alguns meses, os seus médicos ajustam a dose com enorme precaução:…
A Maria recebeu um transplante de rim e tem de tomar fármacos imunossupressores diariamente. Ao fim de alguns meses, os seus médicos ajustam a dose com enorme precaução: se aumentarem muito a quantidade, a Maria contrai infeções bacterianas e fúngicas com frequência; se diminuírem a dose, o rim transplantado começa a perder a sua função de filtração. a) Justifica o dilema biológico que explica este equilíbrio delicado, identificando que componentes do sistema imunitário intervêm em cada um dos dois riscos. b) Se a Maria tiver de ir a um centro de saúde durante um surto de gripe, prevê que riscos específicos corre e justifica duas medidas de autoproteção imprescindíveis que deve adotar.