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8.º ano · Ciências Naturais
A ecologia · Os ecossistemas

O fluxo de energia

Num montado do Alentejo, a azinheira capta a luz do Sol durante todo o verão. Se pudesses medir quanta dessa energia acaba convertida em tecido de uma águia-real que caça por ali, ficarias surpreendido: por cada 1 000 unidades de energia captadas pela azinheira e pela erva, só cerca de 1 chega à águia. Perceber porque se perde tanta energia pelo caminho é a chave para perceber como funciona um ecossistema.

Produtores e produção primária

Dois campos de milho iguais recebem a mesma luz solar, mas o que cresce com noites quentes acumula menos massa no fim do verão, porque as células respiram mais depressa. Como distinguimos toda a energia que a planta produz daquela que fica realmente disponível como novo tecido vegetal?

Diagrama de balanço: a produção primária bruta (PPB) dos produtores divide-se na energia gasta na respiração e na produção primária líquida (PPL), que fica disponível. PPB: energia fixada no total produtores R PPB − R respiração PPL disponível
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Define produção primária bruta e produção primária líquida, e explica que parte da energia fixada pelos produtores fica realmente disponível para os herbívoros e que…

Define produção primária bruta e produção primária líquida, e explica que parte da energia fixada pelos produtores fica realmente disponível para os herbívoros e que parte é consumida pelas próprias plantas.

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Determinadas pastagens fixam $12\,000\ \text{kJ/m}^2$ por ano de produção primária bruta, mas as plantas consomem $60\ \%$ na sua própria respiração. Calcula a produção…

Determinadas pastagens fixam $12\,000\ \text{kJ/m}^2$ por ano de produção primária bruta, mas as plantas consomem $60\ \%$ na sua própria respiração. Calcula a produção primária líquida disponível para o resto do ecossistema e explica em que é utilizada a fração respirada.

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Níveis tróficos e rendimento ecológico

Num montado, uma cadeia possível é: azinheira (produtor) → coelho (consumidor primário, herbívoro) → raposa (consumidor secundário, carnívoro) → águia-real (consumidor terciário). As setas vão de quem é comido para quem come e indicam a transferência de energia. Os cogumelos e as minhocas decompõem os restos de todos os níveis.

Esta sequência linear chama-se cadeia alimentar. Na natureza, porém, quase nenhum animal come uma só coisa: as várias cadeias cruzam-se e formam uma teia alimentar. Numa teia complexa, se uma espécie desaparece, os consumidores têm outras fontes de alimento e o ecossistema resiste melhor; numa cadeia simples e linear, o desaparecimento de um elo pode fazer cair todos os que dependem dele.

Regra dos 10 %: dos produtores para os herbívoros e dos herbívoros para os carnívoros passa cerca de 10 % da energia em cada transferência. produtor 10 % herbívoro 10 % carnívoro
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Define nível trófico e constrói uma cadeia trófica de quatro elos própria de um montado de azinho mediterrânico, indicando a que nível pertence cada elo e o tipo de…

Define nível trófico e constrói uma cadeia trófica de quatro elos própria de um montado de azinho mediterrânico, indicando a que nível pertence cada elo e o tipo de alimentação de cada organismo.

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Classifica estes organismos de um montado em produtores, consumidores (indicando o seu nível trófico) e decompositores: azinheira, coelho, raposa, abutre, minhoca e…

Classifica estes organismos de um montado em produtores, consumidores (indicando o seu nível trófico) e decompositores: azinheira, coelho, raposa, abutre, minhoca e cogumelo. Justifica cada classificação.

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Num prado, os produtores fixam $20\,000\ \text{kcal/m}^2$ por ano e os herbívoros assimilam $2\,000\ \text{kcal/m}^2$ no mesmo período. Calcula o rendimento ecológico…

Num prado, os produtores fixam $20\,000\ \text{kcal/m}^2$ por ano e os herbívoros assimilam $2\,000\ \text{kcal/m}^2$ no mesmo período. Calcula o rendimento ecológico dessa transferência, expresso em percentagem.

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Num ecossistema, os produtores fixam $15\,000\ \text{kJ/m}^2$ por ano, os herbívoros assimilam $1\,500\ \text{kJ/m}^2$ e os carnívoros $120\ \text{kJ/m}^2$ no mesmo…

Num ecossistema, os produtores fixam $15\,000\ \text{kJ/m}^2$ por ano, os herbívoros assimilam $1\,500\ \text{kJ/m}^2$ e os carnívoros $120\ \text{kJ/m}^2$ no mesmo período. Calcula o rendimento ecológico de cada transferência e comenta se se ajustam à regra geral.

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Um ecossistema aquático apresenta as seguintes energias anuais por nível: produtores, $50\,000\ \text{kJ}$; herbívoros, $4\,800\ \text{kJ}$; carnívoros,…

Um ecossistema aquático apresenta as seguintes energias anuais por nível: produtores, $50\,000\ \text{kJ}$; herbívoros, $4\,800\ \text{kJ}$; carnívoros, $450\ \text{kJ}$. Calcula o rendimento de cada transferência e comenta se se ajustam à regra dos $10\ \%$.

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De um ecossistema de estepe conhecem-se estes dados anuais: produtores, $10\,000\ \text{kJ/m}^2$; herbívoros, $1\,200\ \text{kJ/m}^2$; carnívoros, $60\ \text{kJ/m}^2$.…

De um ecossistema de estepe conhecem-se estes dados anuais: produtores, $10\,000\ \text{kJ/m}^2$; herbívoros, $1\,200\ \text{kJ/m}^2$; carnívoros, $60\ \text{kJ/m}^2$. Calcula o rendimento de cada transferência e justifica por que razão a segunda é muito menor, considerando a digestibilidade da dieta e o gasto de atividade dos carnívoros.

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A pirâmide de energia

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Explica, recorrendo ao conceito de rendimento ecológico, por que razão as cadeias tróficas dos ecossistemas raramente têm mais de quatro ou cinco níveis.

Explica, recorrendo ao conceito de rendimento ecológico, por que razão as cadeias tróficas dos ecossistemas raramente têm mais de quatro ou cinco níveis.

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Observa a pirâmide de energia do esquema: a) Identifica que nível trófico ocupa cada patamar (A, B, C e D). b) Calcula o valor que falta no nível D ($?$) supondo que…

Observa a pirâmide de energia do esquema:

Pirâmide de energia com quatro níveis tróficos A B C D 20 000 kJ/m²·ano 2 000 kJ/m²·ano 200 kJ/m²·ano ? kJ/m²·ano
  1. a) Identifica que nível trófico ocupa cada patamar (A, B, C e D).
  2. b) Calcula o valor que falta no nível D ($?$) supondo que todas as transferências têm o mesmo rendimento que a primeira.
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Pirâmides de biomassa e de números

Numa amostra de água do mar alto registam-se $4\ \text{g/m}^3$ de fitoplâncton e $12\ \text{g/m}^3$ de zooplâncton herbívoro que se alimenta dele. Como pode uma quantidade tão pequena de produtores sustentar, em qualquer momento, uma massa três vezes maior de consumidores sem se esgotar?

Na maioria dos ecossistemas terrestres a biomassa diminui ao subir na cadeia, pelas mesmas perdas de energia: cada nível tem menos energia para construir matéria viva.

Duas pirâmides de biomassa: numa pastagem a biomassa diminui para os níveis superiores; no fitoplâncton marinho a biomassa dos produtores (4 g/m³) é menor do que a dos consumidores primários (12 g/m³) e a pirâmide surge invertida. Produtores Consumidores 1.º Consumidores 2.º pastagem: normal 12 g/m³ 4 g/m³ fitoplâncton: invertida
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Explica o que é a biomassa de um nível trófico e por que razão, na maioria dos ecossistemas terrestres, a biomassa total diminui ao subir de nível na cadeia trófica.

Explica o que é a biomassa de um nível trófico e por que razão, na maioria dos ecossistemas terrestres, a biomassa total diminui ao subir de nível na cadeia trófica.

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Pratica★★☆Por começar
Distingue as pirâmides ecológicas de energia, de biomassa e de números. Explica em que situação a pirâmide de biomassa pode surgir invertida (apresenta um exemplo…

Distingue as pirâmides ecológicas de energia, de biomassa e de números. Explica em que situação a pirâmide de biomassa pode surgir invertida (apresenta um exemplo marinho) e por que razão a pirâmide de energia nunca se inverte.

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Num montado de azinho, uma única azinheira pode alimentar milhares de lagartas e estas dezenas de chapins. Descreve oralmente a pirâmide de números resultante, explica…

Num montado de azinho, uma única azinheira pode alimentar milhares de lagartas e estas dezenas de chapins. Descreve oralmente a pirâmide de números resultante, explica por que razão surge «invertida» na sua base e raciocina se a pirâmide de biomassa desse mesmo montado também estaria invertida.

Podes fazê-lo em papel e enviar uma fotografia com a tua resposta.

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Compara a pirâmide de biomassa de uma pastagem com a de uma zona oceânica de fitoplâncton: a) explica por que razão a pirâmide oceânica pode estar invertida num…

Compara a pirâmide de biomassa de uma pastagem com a de uma zona oceânica de fitoplâncton: a) explica por que razão a pirâmide oceânica pode estar invertida num determinado instante enquanto a da pastagem não; b) fundamenta que propriedade do fitoplâncton (a sua enorme velocidade de reprodução) o permite; c) explica por que motivo a pirâmide de energia desse mesmo oceano, pelo contrário, é sempre direta.

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Fluxo aberto de energia e ciclo da matéria

Esquema comparativo: a energia flui num só sentido, da luz do Sol ao calor dissipado, enquanto a matéria percorre um ciclo fechado que se repete. energia: fluxo aberto (Sol → calor) Sol calor matéria: ciclo fechado
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Distingue uma cadeia trófica de uma rede trófica, e fundamenta por que razão os ecossistemas com redes muito complexas resistem melhor ao desaparecimento de uma espécie…

Distingue uma cadeia trófica de uma rede trófica, e fundamenta por que razão os ecossistemas com redes muito complexas resistem melhor ao desaparecimento de uma espécie do que aqueles que apresentam cadeias simples e lineares.

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Pratica★★☆Por começar
Explica, utilizando os conceitos de energia útil e de calor dissipado, por que razão a energia atravessa o ecossistema num único sentido (fluxo aberto), enquanto a…

Explica, utilizando os conceitos de energia útil e de calor dissipado, por que razão a energia atravessa o ecossistema num único sentido (fluxo aberto), enquanto a matéria pode circular sucessivamente (ciclo fechado).

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As colónias de aves marinhas acumulam guano nas ilhas onde nidificam. Explica que fluxo de matéria e de energia esse guano representa entre o ecossistema marinho e o…

As colónias de aves marinhas acumulam guano nas ilhas onde nidificam. Explica que fluxo de matéria e de energia esse guano representa entre o ecossistema marinho e o terrestre, e que papel desempenham as aves como «vetores» que interligam ambos os sistemas.

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Pressupondo um rendimento ecológico de $10\ \%$ em cada transferência, calcula quantos quilogramas de produtores são necessários para gerar $1\ \text{kg}$ de biomassa de…

Pressupondo um rendimento ecológico de $10\ \%$ em cada transferência, calcula quantos quilogramas de produtores são necessários para gerar $1\ \text{kg}$ de biomassa de um predador situado no quarto nível trófico de uma cadeia. Comenta o que o resultado implica para a conservação dos grandes predadores.

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Um campo agrícola fixa $20\,000\ \text{kJ/m}^2$ por ano. a) Pressupondo um rendimento de $10\ \%$ por transferência, calcula quantos $\text{kJ}$ restam sob a forma de…

Um campo agrícola fixa $20\,000\ \text{kJ/m}^2$ por ano. a) Pressupondo um rendimento de $10\ \%$ por transferência, calcula quantos $\text{kJ}$ restam sob a forma de carne de frango após uma transferência (da cultura para o frango) e que área é necessária para obter $2\,000\ \text{kJ}$ dessa carne. b) Calcula a área necessária para obter essas mesmas $2\,000\ \text{kJ}$ consumindo diretamente o vegetal. c) Comenta o que esta comparação implica para a alimentação da população mundial.

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Cascatas tróficas e produtividade

Quando se retiram predadores de topo, o efeito não fica por ali. Se a sobrepesca elimina os grandes peixes de uma zona costeira, os peixes de que eles se alimentavam aumentam, comem mais animais herbívoros e estes deixam de controlar as algas. Chama-se cascata trófica a esta cadeia de efeitos que desce de nível em nível.

A produtividade também depende dos fatores abióticos. Num montado, a falta de água no verão limita a produção das plantas; no mar aberto, a falta de nutrientes (e, em profundidade, de luz) limita o fitoplâncton.

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Um montado de azinho e uma zona de mar aberto afastada da costa apresentam produtividades primárias líquidas muito distintas. Explica o que é a produtividade primária…

Um montado de azinho e uma zona de mar aberto afastada da costa apresentam produtividades primárias líquidas muito distintas. Explica o que é a produtividade primária líquida e fundamenta que fatores abióticos a limitam em cada um destes dois ecossistemas.

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A sobrepesca elimina os grandes peixes predadores de uma zona costeira. Prevê o que acontecerá aos níveis tróficos imediatamente inferiores e raciocina sobre como essa…

A sobrepesca elimina os grandes peixes predadores de uma zona costeira. Prevê o que acontecerá aos níveis tróficos imediatamente inferiores e raciocina sobre como essa «cascata trófica» pode acabar por afetar até as algas do fundo.

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Num lago medem-se os seguintes fluxos anuais: produtores, $8\,000\ \text{kJ/m}^2$; herbívoros, $900\ \text{kJ/m}^2$; carnívoros, $110\ \text{kJ/m}^2$; além disso, os…

Num lago medem-se os seguintes fluxos anuais: produtores, $8\,000\ \text{kJ/m}^2$; herbívoros, $900\ \text{kJ/m}^2$; carnívoros, $110\ \text{kJ/m}^2$; além disso, os decompositores recebem $3\,000\ \text{kJ/m}^2$ de restos provenientes de todos os níveis. a) Calcula o rendimento das duas transferências entre níveis. b) Explica o papel desempenhado pelos decompositores no balanço energético do lago. c) Prevê o que sucederia ao ciclo de nutrientes e aos níveis tróficos caso os decompositores desaparecessem.

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Introduzem-se trutas numa lagoa de alta montanha que não continha peixes e que albergava abundantes anfíbios e grandes crustáceos planctónicos. a) Prevê o que acontecerá…

Introduzem-se trutas numa lagoa de alta montanha que não continha peixes e que albergava abundantes anfíbios e grandes crustáceos planctónicos. a) Prevê o que acontecerá às populações de anfíbios e de zooplâncton. b) Raciocina de que modo a alteração no zooplâncton pode repercutir-se no fitoplâncton e na transparência da água (cascata trófica). c) Argumenta o que deveria ser feito em termos de gestão ambiental e por que razão estas introduções com fins desportivos foram frequentes ao longo de décadas.

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A frase «consome de níveis tróficos baixos» é usada como recomendação ambiental. Analisa-a cientificamente: que fundamento apresenta quanto ao fluxo de energia, que…

A frase «consome de níveis tróficos baixos» é usada como recomendação ambiental. Analisa-a cientificamente: que fundamento apresenta quanto ao fluxo de energia, que ressalvas seria necessário acrescentar (pesca de espécies de nível baixo mas sobreexploradas, gado que pasta em montados impróprios para cultivo) e que outros fatores, para além do nível trófico, determinam o impacto de um alimento.

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Volta ao princípio: a águia recebe muito pouca da energia captada pelas plantas porque está no quarto nível trófico (azinheira → coelho → raposa → águia): em cada transferência perde-se grande parte da energia, por isso quase nada chega ao topo.

Em resumo

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