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9.º ano · Ciências Físico-Químicas
A interação · As leis de Newton

Aplicações do quotidiano: peso, normal, atrito e segurança rodoviária

Um candeeiro está imóvel na mesa de cabeceira, um livro não se afunda na mesa e, num choque, o cinto de segurança pode fazer toda a diferença. Estas situações explicam-se com as mesmas ideias: o peso, a força normal, o atrito e as leis de Newton.

Peso e normal: duas forças que não formam um par ação-reação

Se pousares um livro numa almofada macia, vês a almofada a deformar-se até o livro parar. Numa mesa de madeira rígida, parece que nada se afunda. Que força é que a mesa exerce para cima para sustentar o livro?

O peso de um corpo calcula-se com $P = m\,g$, em que $m$ é a massa (em kg) e $g \approx 10\ \text{m/s}^2$. O peso mede-se em newton (N) e a massa em quilograma (kg).

Pratica★☆☆Por começar
Um candeeiro está imóvel sobre a mesa de cabeceira e não cai ao chão, como se mostra na figura. A Terra puxa-o para baixo com o seu peso: que outra força atua sobre o…

Um candeeiro está imóvel sobre a mesa de cabeceira e não cai ao chão, como se mostra na figura.

peso ?

A Terra puxa-o para baixo com o seu peso: que outra força atua sobre o candeeiro, quem a exerce e em que direção e sentido?

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Pratica★☆☆Por começar
Seguras na mão aberta, sem mover, um saco com $2\ \text{kg}$ de laranjas, como se mostra na figura. Considera $g \approx 10\ \text{m/s}^2$. a) Quanto pesa o saco? b) Com…

Seguras na mão aberta, sem mover, um saco com $2\ \text{kg}$ de laranjas, como se mostra na figura. Considera $g \approx 10\ \text{m/s}^2$.

2 kg P = ? F = ?
  1. a) Quanto pesa o saco?
  2. b) Com que força empurra a tua mão para cima? Justifica considerando que o saco não tem aceleração.
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Pratica★★☆Por começar
Uma máquina de lavar roupa de $60\ \text{kg}$ está imóvel sobre o chão da cozinha. Considera $g \approx 10\ \text{m/s}^2$. a) Calcula o seu peso. b) Quanto vale a força…

Uma máquina de lavar roupa de $60\ \text{kg}$ está imóvel sobre o chão da cozinha. Considera $g \approx 10\ \text{m/s}^2$.

  1. a) Calcula o seu peso.
  2. b) Quanto vale a força normal que o chão exerce sobre ela? Justifica.
  3. c) O peso e a normal são forças iguais e de sentidos opostos, mas NÃO formam um par ação-reação: explica porquê (pista: repara em que corpo atua cada uma).
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Pratica★★★Por começar
Um livro está imóvel sobre uma mesa, como se mostra na figura. a) Refere as duas forças que atuam sobre o livro, quem exerce cada uma e em que sentido. b) Explica por…

Um livro está imóvel sobre uma mesa, como se mostra na figura.

? ?
  1. a) Refere as duas forças que atuam sobre o livro, quem exerce cada uma e em que sentido.
  2. b) Explica por que razão essas duas forças não formam um par ação-reação.
  3. c) Indica qual é a verdadeira reação do peso do livro (pista: quem é atraído pelo livro?) e a verdadeira reação da normal (pista: que força exerce o livro sobre a mesa?).
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O atrito: aliado e inimigo

Empurra-se com a mesma força uma caixa sobre uma pista de gelo e sobre uma alcatifa. No gelo desliza muitos metros; na alcatifa avança poucos centímetros. Que força aparece entre as superfícies e porque varia tanto?

Bloco sobre uma superfície rugosa, com uma força de empurrão para a direita e uma força de atrito na base, em sentido contrário empurrão atrito opõe-se ao movimento (ou à tendência para se mover)

Num carro que avança com velocidade constante, a força resultante é nula: o atrito tem a mesma intensidade que a força que puxa. Se a força de tração for maior do que o atrito, o corpo acelera.

Podemos reduzir o atrito com lubrificantes (óleo, cera nos esquis) ou superfícies lisas. Podemos aumentá-lo com superfícies rugosas: pneus com relevos, areia ou sal sobre o gelo, solas de borracha.

Pratica★☆☆Por começar
Indica duas situações do quotidiano em que o atrito nos ajuda (sem ele não conseguiríamos fazer algo) e explica brevemente cada uma.

Indica duas situações do quotidiano em que o atrito nos ajuda (sem ele não conseguiríamos fazer algo) e explica brevemente cada uma.

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Pratica★☆☆Por começar
Indica duas situações do quotidiano em que o atrito prejudica (consome energia, desgasta peças ou aquece) e explica como se costuma reduzir em cada caso.

Indica duas situações do quotidiano em que o atrito prejudica (consome energia, desgasta peças ou aquece) e explica como se costuma reduzir em cada caso.

Resolver
Pratica★☆☆Por começar
Explica por que razão é tão fácil escorregar ao caminhar num passeio com gelo. Qual é o papel do atrito? Por que razão se espalha sal ou areia sobre o gelo?

Explica por que razão é tão fácil escorregar ao caminhar num passeio com gelo. Qual é o papel do atrito? Por que razão se espalha sal ou areia sobre o gelo?

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Pratica★☆☆Por começar
Completa a frase e dá um exemplo da vida quotidiana: «A força de atrito entre duas superfícies em contacto opõe-se sempre ao $\dots$ relativo entre elas, ou à tendência…

Completa a frase e dá um exemplo da vida quotidiana: «A força de atrito entre duas superfícies em contacto opõe-se sempre ao $\dots$ relativo entre elas, ou à tendência para $\dots$».

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Pratica★★☆Por começar
Para arrastar o sofá pela sala é preciso empurrar com força no início, mas depois de começar a mover-se desliza com menos esforço. a) Explica que diferença existe entre…

Para arrastar o sofá pela sala é preciso empurrar com força no início, mas depois de começar a mover-se desliza com menos esforço.

  1. a) Explica que diferença existe entre o atrito em repouso e o atrito em movimento.
  2. b) O que aconteceria à força necessária se antes retirasses as almofadas e esvaziasses as gavetas? Justifica a resposta.
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Pratica★★☆Por começar
Arrastar uma cómoda pesada sobre uma alcatifa custa muito mais do que sobre um chão de mármore polido. a) Explica porquê, referindo o atrito entre as superfícies em…

Arrastar uma cómoda pesada sobre uma alcatifa custa muito mais do que sobre um chão de mármore polido.

  1. a) Explica porquê, referindo o atrito entre as superfícies em contacto.
  2. b) Indica uma situação em que seja vantajoso ter um atrito elevado e outra em que seja conveniente ter um atrito reduzido.
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Pratica★★☆Por começar
Os esquiadores aplicam cera na base dos esquis antes de uma competição. a) O que conseguem com isso? Relaciona com o atrito. b) Dá outro exemplo de desporto ou máquina…

Os esquiadores aplicam cera na base dos esquis antes de uma competição.

  1. a) O que conseguem com isso? Relaciona com o atrito.
  2. b) Dá outro exemplo de desporto ou máquina em que se use cera, óleo ou outro lubrificante, e explica a sua função.
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Pratica★★★Por começar
Puxas um carrinho de bagagem de $10\ \text{kg}$ pelo chão do aeroporto com uma força horizontal de $30\ \text{N}$, como se mostra na figura, e o carrinho avança com…

Puxas um carrinho de bagagem de $10\ \text{kg}$ pelo chão do aeroporto com uma força horizontal de $30\ \text{N}$, como se mostra na figura, e o carrinho avança com velocidade constante.

10 kg 30 N atrito = ? velocidade constante 10 kg 50 N o mesmo atrito a = ?
  1. a) Quanto vale a força resultante sobre o carrinho? Quanto vale, então, o atrito?
  2. b) De repente, puxas com $50\ \text{N}$ (mantendo o atrito o mesmo valor): calcula a aceleração do carrinho.
  3. c) A primeira lei diz que, sem forças, um corpo continuaria a mover-se: por que razão é necessário continuar a puxar para manter a velocidade constante? Não há contradição: explica porquê.
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Pratica★★★Por começar
É preciso empurrar um carro avariado para o retirar da faixa de rodagem. Custa imenso pô-lo em movimento, mas assim que começa a rolar mantém-se em movimento com um…

É preciso empurrar um carro avariado para o retirar da faixa de rodagem. Custa imenso pô-lo em movimento, mas assim que começa a rolar mantém-se em movimento com um empurrão suave.

  1. a) Explica a primeira fase com base na inércia e no atrito em repouso.
  2. b) Explica a segunda fase com base no atrito em movimento e na primeira lei.
  3. c) Se em asfalto plano deixassem de empurrar, o carro pararia instantaneamente? Justifica a resposta.
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Travar na estrada: reação, travagem e segurança

Um carro não pára no instante em que o condutor vê um obstáculo. Primeiro o condutor demora a reagir; só depois os travões atuam.

Gráfico velocidade-tempo de uma travagem: velocidade constante durante o tempo de reação e diminuição até zero durante o tempo de travagem t v reação travagem v constante v a diminuir

No gráfico $v$-$t$, a área debaixo da linha é a distância percorrida. A área do retângulo é a distância de reação; a do triângulo é a distância de travagem.

Fatores de que dependem:

  • Tempo de reação: cansaço, álcool, drogas, distração (telemóvel). Não depende dos travões.

  • Distância de travagem: velocidade, estado dos pneus e dos travões, e piso (seco, molhado, gelo, gravilha).

Pratica★☆☆Por começar
Os pneus dos automóveis têm relevos no piso da banda de rodagem e devem ser substituídos quando estão «lisos». Explica para que servem esses relevos e que perigo existe…

Os pneus dos automóveis têm relevos no piso da banda de rodagem e devem ser substituídos quando estão «lisos». Explica para que servem esses relevos e que perigo existe em circular com pneus lisos, sobretudo com o piso molhado.

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Pratica★★☆Por começar
Travar de bicicleta sobre uma placa de gelo é muito perigoso. a) Explica o que acontece à roda e ao atrito se travares a fundo sobre gelo. b) Prevê por que razão é…

Travar de bicicleta sobre uma placa de gelo é muito perigoso.

  1. a) Explica o que acontece à roda e ao atrito se travares a fundo sobre gelo.
  2. b) Prevê por que razão é melhor travar suavemente e usar sobretudo o travão traseiro nessa situação.
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Pratica★★☆Por começar
Ordena estas situações por ordem crescente de distância de travagem e justifica a ordem com base na velocidade e no atrito disponível: a) Um carro a $50\ \text{km/h}$…

Ordena estas situações por ordem crescente de distância de travagem e justifica a ordem com base na velocidade e no atrito disponível:

  1. a) Um carro a $50\ \text{km/h}$ com o piso seco.
  2. b) O mesmo carro a $50\ \text{km/h}$ com o piso molhado.
  3. c) O mesmo carro a $100\ \text{km/h}$ com o piso seco.
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Pratica★★★Por começar
Dois carros idênticos (mesma massa) circulam, um a $50\ \text{km/h}$ e outro a $100\ \text{km/h}$, e ambos travam ao mesmo tempo com a mesma força de travagem. a) Usando…

Dois carros idênticos (mesma massa) circulam, um a $50\ \text{km/h}$ e outro a $100\ \text{km/h}$, e ambos travam ao mesmo tempo com a mesma força de travagem.

  1. a) Usando a segunda lei, explica por que razão os dois desaceleram de igual modo.
  2. b) Justifica qual dos dois necessitará de mais tempo para parar e, portanto, de mais metros.
  3. c) Com base nesta ideia, explica por que razão, na cidade, o limite de velocidade é de $30\ \text{km/h}$ ou de $50\ \text{km/h}$ e não de $120\ \text{km/h}$.
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Pratica★★★Por começar
Nas aulas de condução recomenda-se duplicar ou triplicar a distância de segurança quando chove. a) Explica o que acontece ao atrito entre o pneu e o piso em piso molhado…

Nas aulas de condução recomenda-se duplicar ou triplicar a distância de segurança quando chove.

  1. a) Explica o que acontece ao atrito entre o pneu e o piso em piso molhado (a água atua como «lubrificante»).
  2. b) Relaciona esse menor atrito com a força máxima de travagem disponível e, usando a segunda lei, com a desaceleração que o carro consegue atingir.
  3. c) Conclui: por que razão quando chove se deve circular mais devagar, mesmo que o carro e os travões sejam exatamente os mesmos?
Resolver
Pratica★★★Por começar
Os troços com gravilha solta são especialmente perigosos nas curvas. a) Explica, com a primeira lei, o que tende a fazer um carro ao chegar a uma curva. b) Que força é…

Os troços com gravilha solta são especialmente perigosos nas curvas.

  1. a) Explica, com a primeira lei, o que tende a fazer um carro ao chegar a uma curva.
  2. b) Que força é que realmente consegue fazer o carro curvar? O que acontece se essa força for reduzida devido à presença de gravilha solta?
  3. c) Relaciona o que foi dito com os sinais de «gravilha solta» e com a recomendação de reduzir a velocidade antes da curva, e não durante a mesma.
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Cinto, airbag e capacete: alargar o tempo do choque

Um ovo lançado contra uma parede de tijolo rebenta. Lançado à mesma velocidade contra um lençol solto, pára devagar e fica inteiro. Porque é que a mesma velocidade tem consequências tão diferentes?

Num choque, o corpo tende a continuar em movimento (1.ª lei, inércia). Sem cinto, o passageiro segue para a frente à velocidade do carro até embater no tabliê ou no para-brisas. O cinto segura-o e distribui a força por zonas resistentes do corpo. O apoio de cabeça evita que a cabeça «fique para trás» num choque por trás.

Comparação de impactos: travar num tempo curto dá uma força grande; travar a mesma velocidade num tempo maior, com airbag, dá uma força pequena F grande choque rápido travagem em pouco tempo F pequena com airbag a mesma travagem, em mais tempo

O capacete tem esferovite que se deforma no impacto, absorvendo energia e alargando o tempo da paragem da cabeça. Depois de um impacto forte, esse material fica deformado e já não protege bem: o capacete deve ser substituído, mesmo que por fora pareça intacto.

Pratica★☆☆Por começar
Explica para que serve o capacete de bicicleta pensando no que aconteceria à tua cabeça numa queda, com e sem capacete. Que vantagem traz o facto de o impacto durar um…

Explica para que serve o capacete de bicicleta pensando no que aconteceria à tua cabeça numa queda, com e sem capacete. Que vantagem traz o facto de o impacto durar um pouco mais de tempo?

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Pratica★★☆Por começar
Numa colisão, a cabeça do condutor tende a continuar a mover-se para a frente (primeira lei). O airbag insufla numa fração de segundo para a travar. a) Por que razão é…

Numa colisão, a cabeça do condutor tende a continuar a mover-se para a frente (primeira lei). O airbag insufla numa fração de segundo para a travar.

  1. a) Por que razão é menos gravoso travar a cabeça com o airbag do que contra o volante?
  2. b) Relaciona a tua resposta com a segunda lei: o que acontece à força se a travagem for distribuída por mais tempo?
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Pratica★★☆Por começar
O capacete de mota tem no seu interior uma camada espessa de esferovite que se deforma ao sofrer um impacto. a) Explica que vantagem traz a deformação do material em vez…

O capacete de mota tem no seu interior uma camada espessa de esferovite que se deforma ao sofrer um impacto.

  1. a) Explica que vantagem traz a deformação do material em vez de este ser totalmente rígido.
  2. b) Por que razão se recomenda substituir o capacete após um impacto forte, mesmo que por fora pareça intacto?
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Pratica★★★Por começar
Analisa uma colisão frontal a $50\ \text{km/h}$ com as leis de Newton: a) Explica, com a primeira lei, o que acontece ao corpo de um passageiro sem cinto de segurança no…

Analisa uma colisão frontal a $50\ \text{km/h}$ com as leis de Newton:

  1. a) Explica, com a primeira lei, o que acontece ao corpo de um passageiro sem cinto de segurança no momento do impacto.
  2. b) Explica que duas funções desempenha o cinto para o proteger: segurá-lo e distribuir a força por zonas resistentes do corpo.
  3. c) O airbag aumenta o tempo de paragem da cabeça: usando a segunda lei, justifica por que razão isso reduz a força sofrida pela cabeça.
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Pratica★★★Por começar
Os carros modernos são concebidos com «zonas de deformação programada»: a carroçaria amarrota-se de forma controlada durante uma colisão. a) À primeira vista parece…

Os carros modernos são concebidos com «zonas de deformação programada»: a carroçaria amarrota-se de forma controlada durante uma colisão.

  1. a) À primeira vista parece melhor um carro indeformável: explica por que razão isso seria, na verdade, pior para os passageiros.
  2. b) Relaciona a deformação com o tempo de duração da travagem na colisão e, usando a segunda lei, com a força que atinge os passageiros.
  3. c) Que semelhança existe entre esta conceção, o airbag e a espuma do capacete?
Resolver

Voltando ao início: o livro não se afunda porque a mesa exerce uma força normal para cima que equilibra o peso. Num choque, o cinto protege porque segura o corpo e se estica um pouco, alargando o tempo de travagem e reduzindo a força sobre o corpo.

Em resumo

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