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Exercícios: As mutações

Pratica★☆☆
O que é uma mutação? Explica a diferença entre uma mutação génica (ou pontual) e uma mutação cromossómica, dando um exemplo de cada uma.

O que é uma mutação? Explica a diferença entre uma mutação génica (ou pontual) e uma mutação cromossómica, dando um exemplo de cada uma.

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Pratica★☆☆
No esquema, a sequência A é um fragmento de ARNm normal e as sequências B e C sofreram uma mutação. Indica que tipo de mutação (substituição, inserção ou deleção)…

No esquema, a sequência A é um fragmento de ARNm normal e as sequências B e C sofreram uma mutação. Indica que tipo de mutação (substituição, inserção ou deleção) ocorreu em cada uma delas e justifica qual provoca um desfasamento da grelha de leitura e porquê.

A B C AUG GCC UUA GCA AUG GAC UUA GCA AUG GCU UAG CA ?
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Pratica★☆☆
Indica dois agentes mutagénicos, um físico e um químico, e explica sumariamente como danificam o ADN.

Indica dois agentes mutagénicos, um físico e um químico, e explica sumariamente como danificam o ADN.

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Pratica★☆☆
Classifica as seguintes mutações pontuais de acordo com o seu efeito na proteína: uma substituição que não altera o aminoácido, uma substituição que o troca por outro e…

Classifica as seguintes mutações pontuais de acordo com o seu efeito na proteína: uma substituição que não altera o aminoácido, uma substituição que o troca por outro e uma substituição que converte um codão num codão de terminação. Indica qual das três é habitualmente mais grave e porquê.

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O que é uma mutação cromossómica estrutural? Dá dois exemplos de alterações estruturais dos cromossomas (delação, duplicação, inversão ou translocação) e explica…

O que é uma mutação cromossómica estrutural? Dá dois exemplos de alterações estruturais dos cromossomas (delação, duplicação, inversão ou translocação) e explica brevemente em que consiste uma delas.

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Pratica★☆☆
As mutações podem ser espontâneas ou induzidas. Explica a diferença entre ambas e apresenta um exemplo de causa para cada tipo.

As mutações podem ser espontâneas ou induzidas. Explica a diferença entre ambas e apresenta um exemplo de causa para cada tipo.

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Pratica★☆☆
Todas as mutações são prejudiciais? Justifica a tua resposta e apresenta um exemplo de mutação que tenha sido vantajosa para uma espécie.

Todas as mutações são prejudiciais? Justifica a tua resposta e apresenta um exemplo de mutação que tenha sido vantajosa para uma espécie.

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Pratica★☆☆
Explica o que é a taxa de mutação e justifica por que razão os seres vivos mantêm taxas de mutação baixas, mas não nulas, relacionando este facto com o equilíbrio entre…

Explica o que é a taxa de mutação e justifica por que razão os seres vivos mantêm taxas de mutação baixas, mas não nulas, relacionando este facto com o equilíbrio entre estabilidade genética e variabilidade.

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Pratica★★☆
Uma mutação altera o codão GAA para GAG, codificando ambos os codões o mesmo aminoácido (ácido glutâmico). Como se denomina este tipo de mutação e por que razão não…

Uma mutação altera o codão GAA para GAG, codificando ambos os codões o mesmo aminoácido (ácido glutâmico). Como se denomina este tipo de mutação e por que razão não altera a proteína resultante?

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Pratica★★☆
Explica a diferença, quanto às suas consequências e à sua transmissão à descendência, entre uma mutação que ocorre numa célula somática e outra que ocorre numa célula da…

Explica a diferença, quanto às suas consequências e à sua transmissão à descendência, entre uma mutação que ocorre numa célula somática e outra que ocorre numa célula da linha germinativa.

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Pratica★★☆
Afirma-se que as mutações são a fonte primária de variabilidade genética. Explica que relação existe entre as mutações, a evolução das espécies e a biodiversidade.

Afirma-se que as mutações são a fonte primária de variabilidade genética. Explica que relação existe entre as mutações, a evolução das espécies e a biodiversidade.

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Pratica★★☆
Num gene ocorre a deleção de um único nucleótido na região codificante. Explica o que acontece à grelha de leitura a partir desse ponto, por que motivo podem alterar-se…

Num gene ocorre a deleção de um único nucleótido na região codificante. Explica o que acontece à grelha de leitura a partir desse ponto, por que motivo podem alterar-se todos os aminoácidos posteriores e justifica se será mais prejudicial uma deleção deste tipo situada no início do gene ou no final.

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Pratica★★☆
As células possuem sistemas de reparação do ADN que corrigem muitos dos danos que escapam à ADN polimerase. Explica o que acontece quando um dano não é reparado e…

As células possuem sistemas de reparação do ADN que corrigem muitos dos danos que escapam à ADN polimerase. Explica o que acontece quando um dano não é reparado e justifica por que razão os indivíduos com xerodermia pigmentosa, cujo sistema de reparação dos dímeros de timina causados pela radiação ultravioleta é deficiente, apresentam um risco tão elevado de cancro de pele.

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Pratica★★☆
A síndrome de Down deve-se à presença de uma cópia extra do cromossoma 21 (trissomia 21). Explica que tipo de mutação é, como se pode originar por uma não disjunção…

A síndrome de Down deve-se à presença de uma cópia extra do cromossoma 21 (trissomia 21). Explica que tipo de mutação é, como se pode originar por uma não disjunção durante a meiose e justifica por que razão as mutações deste tipo afetam simultaneamente muitas características.

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Pratica★★☆
Uma mutação situada na região reguladora de um gene impede que este seja transcrito, ainda que a sua sequência codificante seja completamente normal. Explica como é isso…

Uma mutação situada na região reguladora de um gene impede que este seja transcrito, ainda que a sua sequência codificante seja completamente normal. Explica como é isso possível e compara o efeito desta mutação com o de uma substituição num exão do mesmo gene.

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Pratica★★☆
Os retrovírus, como o VIH, copiam o seu genoma através da transcriptase reversa, uma enzima desprovida de atividade de correção de erros. Justifica por que motivo estes…

Os retrovírus, como o VIH, copiam o seu genoma através da transcriptase reversa, uma enzima desprovida de atividade de correção de erros. Justifica por que motivo estes vírus apresentam taxas de mutação muito elevadas e explica que consequências esse facto acarreta para o tratamento das infeções que causam e para o desenvolvimento de vacinas.

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Pratica★★★
No gene CFTR*, a mutação mais frequente causadora de fibrose quística (ΔF508) consiste na perda de três nucleótidos: CTT. A sequência da cadeia codificante de ADN entre…

No gene CFTR, a mutação mais frequente causadora de fibrose quística (ΔF508) consiste na perda de três nucleótidos: CTT. A sequência da cadeia codificante de ADN entre os codões 506 e 509 é:

5'-... ATC ATC TTT GGT ...-3' (Ile506 - Ile507 - Phe508 - Gly509).

Após a deleção dos três nucleótidos centrais CTT (a última base de ATC 507 e as duas primeiras de TTT 508), a sequência resultante fica: 5'-... ATC ATT GGT ...-3'.

  1. a) Sabendo que tanto ATC como ATT codificam isoleucina, justifica por que razão esta mutação não altera a grelha de leitura posterior e qual é a única alteração que sofre a estrutura primária da proteína CFTR.
  2. b) Noutro doente deteta-se a deleção de um único nucleótido nessa mesma região (a perda do 'C' no tripleto 507). Fundamenta que consequências terá esta mutação sobre a grelha de leitura, sobre a sequência de aminoácidos a jusante e sobre a probabilidade de a proteína resultar truncada.
  3. c) Existem fármacos em desenvolvimento ('corretores') que conseguem fazer com que a proteína CFTR chegue à membrana celular se conservar o seu tamanho completo, ainda que careça de um aminoácido. Prevê fundamentadamente qual dos dois doentes poderia beneficiar desta terapia e por que razão no outro resultará totalmente ineficaz.
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Pratica★★★
Numa região onde a malária é endémica, a frequência do alelo mutante $Hb^S$ (responsável pela anemia falciforme em homozigotia) mantém-se estável em torno de 0,12 devido…

Numa região onde a malária é endémica, a frequência do alelo mutante $Hb^S$ (responsável pela anemia falciforme em homozigotia) mantém-se estável em torno de 0,12 devido à vantagem seletiva que confere aos heterozigóticos face à infeção por Plasmodium.

  1. a) Após uma campanha sanitária intensiva, consegue-se erradicar completamente a malária nessa região. Prevê fundamentadamente como evoluirá a frequência do alelo $Hb^S$ ao longo das gerações seguintes.
  2. b) Justifica por que razão o alelo $Hb^S$ não desaparecerá de forma imediata da população, apesar de ser letal ou gravemente prejudicial em homozigotia.
  3. c) Uma pessoa afirma: «Tendo desaparecido a malária, a mutação $Hb^S$ deixou de existir na população». Rebate esta afirmação distinguindo com clareza entre a origem de uma mutação e o seu valor adaptativo em função do ambiente.
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Pratica★★★
Durante a replicação do ADN de uma bactéria, a ADN polimerase incorpora por erro um desoxirribonucleótido de guanina (G) em frente a uma timina (T) do molde, originando…

Durante a replicação do ADN de uma bactéria, a ADN polimerase incorpora por erro um desoxirribonucleótido de guanina (G) em frente a uma timina (T) do molde, originando um emparelhamento erróneo G-T numa das cadeias recém-sintetizadas que não é detetado pela atividade corretora imediata.

  1. a) Deduz que percentagem das moléculas de ADN bicatenário descendentes portará uma mutação permanente e fixada em ambas as cadeias após duas rondas sucessivas de replicação a partir dessa molécula inicial.
  2. b) Justifica como se distribuem os pares de bases resultantes em cada uma das quatro moléculas de ADN finais, assumindo que o par de partida era A-T e não atua nenhum sistema de reparação posterior.
  3. c) O sistema de reparação de emparelhamentos incorretos (mismatch repair) só é eficaz se atuar antes de a cadeia recém-sintetizada ser metilada. Justifica que consequência teria para a estabilidade do genoma que este sistema reparasse a cadeia molde metilada em vez da cadeia-filha recém-formada.
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Pratica★★★
Para estudar a origem da resistência a antibióticos, desenhou-se uma experiência inspirada na de flutuação de Luria e Delbrück: inocularam-se 20 tubos independentes com…

Para estudar a origem da resistência a antibióticos, desenhou-se uma experiência inspirada na de flutuação de Luria e Delbrück: inocularam-se 20 tubos independentes com um número idêntico e muito baixo de bactérias sensíveis à ampicilina, deixando-as crescer até à saturação. Simultaneamente, cultivou-se um balão grande com um volume equivalente ao dos 20 tubos juntos. Em seguida, semearam-se alíquotas iguais em placas com ampicilina:

  • As amostras provenientes do balão grande produziram um número de colónias resistentes muito semelhante entre si (média de 24 colónias, com variância muito baixa).

  • As amostras dos 20 tubos independentes mostraram uma enorme flutuação: a maioria dos tubos deu 0 ou 1 colónia resistente, enquanto alguns poucos deram mais de 300 colónias.

  1. a) Interpreta estes resultados: demonstram que a resistência é induzida pelo contacto com o antibiótico ou que se deve a mutações espontâneas preexistentes? Justifica a tua resposta explicando a causa da grande variância entre os tubos independentes.
  2. b) Prevê que resultado se teria observado nas placas dos 20 tubos se a presença do antibiótico fosse o estímulo direto que provoca a mutação numa pequena fração constante de bactérias.
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Pratica★★★
No gene de uma enzima metabólica essencial, analisam-se dois mutantes independentes que apresentam alterações no codão número 45, cujo tripleto original no ARNm é GGU…

No gene de uma enzima metabólica essencial, analisam-se dois mutantes independentes que apresentam alterações no codão número 45, cujo tripleto original no ARNm é GGU (glicina):

  • Mutante 1: apresenta o codão AGU (serina).

  • Mutante 2: apresenta o codão UGU (cisteína).

  1. a) Se o resíduo 45 se encontra na superfície da enzima, exposto ao meio aquoso e longe do centro catalítico, prevê fundamentadamente qual das duas substituições terá menor probabilidade de alterar a conformação ativa da proteína.
  2. b) Comprova-se que, ao oxidar ligeiramente o meio, o mutante 2 forma agregados moleculares gigantes e inativos constituídos por dímeros covalentes da enzima, fenómeno ausente no tipo selvagem e no mutante 1. Justifica a nível químico este comportamento.
  3. c) Se uma terceira estirpe mutante apresentar nesse mesmo codão o tripleto GGA, que consequência fenotípica terá sobre a atividade enzimática? Justifica a tua resposta indicando a propriedade do código genético que explica este facto.
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Pratica★★★
Ao sequenciar genomas completos de uma espécie, observa-se empiricamente que a taxa de transições espontâneas duplica a de transversões (relação 2:1), apesar de o número…

Ao sequenciar genomas completos de uma espécie, observa-se empiricamente que a taxa de transições espontâneas duplica a de transversões (relação 2:1), apesar de o número de transversões possíveis no papel duplicar o de transições (relação teórica 1:2).

  1. a) Justifica a nível estereoquímico por que razão a ADN polimerase comete e deixa passar com maior frequência uma transição do que uma transversão durante a replicação do ADN.
  2. b) Observa a terceira posição dos codões em famílias de quatro caixas no código genético (por exemplo, valina: GUU, GUC, GUA, GUG). Justifica por que razão uma transição nessa posição tem um efeito neutro sobre a sequência polipeptídica e prevê se uma transversão nessa mesma posição teria a mesma inocuidade biológica.
  3. c) Prevê que alteração nas taxas de mutação sofreria uma célula se uma mutação inativasse seletivamente o domínio exonuclease 3'→5' da sua ADN polimerase principal.
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Pratica★★★
A análise genómica de um recém-nascido completamente saudável revela que ele é portador de aproximadamente 70 mutações pontuais de novo* ausentes no genoma dos seus…

A análise genómica de um recém-nascido completamente saudável revela que ele é portador de aproximadamente 70 mutações pontuais de novo ausentes no genoma dos seus progenitores. Os seus familiares temem que estas mutações provoquem o desenvolvimento de doenças graves no futuro.

  1. a) Utilizando a organização do genoma humano e as características do código genético, justifica por que razão a imensa maioria destas 70 mutações pontuais não tem efeito fenotípico apreciável.
  2. b) Supõe que uma dessas mutações pontuais se localiza no dinucleótido conservado que marca o local de corte e costura (splicing) do primeiro intrão de um gene essencial. Prevê e justifica as consequências moleculares sobre o ARNm maduro e sobre a proteína traduzida.
  3. c) Pode uma mutação pontual situada numa região intergénica não codificante alterar a quantidade de proteína sintetizada por um gene contíguo? Justifica a tua resposta propondo um mecanismo molecular concreto.
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Pratica★★★
Num ensaio de evolução experimental em laboratório, submetem-se duas populações bacterianas (estirpe padrão* com taxa de mutação normal e estirpe mutadora* com uma taxa…

Num ensaio de evolução experimental em laboratório, submetem-se duas populações bacterianas (estirpe padrão com taxa de mutação normal e estirpe mutadora com uma taxa de mutação 150 vezes superior por defeito na reparação do ADN) a doses letais crescentes de um novo fármaco tóxico.

  1. a) Durante os primeiros ciclos de exposição, a estirpe mutadora gera clones viáveis resistentes com uma rapidez significativamente maior do que a estirpe padrão. Interpreta este resultado em termos de variabilidade genética e seleção natural.
  2. b) Após mil gerações num meio ótimo e constante, sem presença de qualquer tóxico, a estirpe mutadora sofre uma descida acentuada na sua eficácia biológica (fitness) e um declínio populacional face à estirpe padrão. Justifica este declínio com base na natureza da maioria das mutações e no conceito de carga mutacional.
  3. c) A partir dos resultados anteriores, formula uma hipótese que explique por que razão a seleção natural favoreceu taxas de mutação muito reduzidas, mas não estritamente iguais a zero, nos seres vivos.
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Pratica★★★
Desafio do tema. Como conselheiro genético, deves analisar o impacto molecular de uma mutação real no gene humano $HBB$ (responsável pela anemia falciforme) e propor uma…

Desafio do tema. Como conselheiro genético, deves analisar o impacto molecular de uma mutação real no gene humano $HBB$ (responsável pela anemia falciforme) e propor uma solução biotecnológica.

  1. Obtenção de dados: Acede à base de dados pública NCBI ClinVar ou Ensembl, localiza o gene $HBB$ e extrai o tripleto original do codão 6 em comparação com a variante patogénica da hemoglobina S (c.20A>T, p.Glu7Val no ClinVar; Glu6Val na numeração clássica).

  2. Fluxo da informação genética: Elabora uma tabela comparativa onde representes a replicação do fragmento de ADN (cadeia-molde e complementar), a sua transcrição para ARNm e a tradução para o péptido resultante. Classifica a mutação a nível molecular e prevê como esta alteração de aminoácido afeta a conformação tridimensional da hemoglobina.

  3. Regulação e relatório terapêutico: Redige um relatório fundamentado (1,0-1,5 páginas) explicando por que razão durante a fase fetal a patologia não se manifesta (silenciamento e regulação génica de $HBB$ face a globinas fetais). Formula uma hipótese fundamentada sobre como reativar a expressão da globina fetal mediante edição génica para tratar a doença.

Será valorizado:

  • Rigor e exatidão ao deduzir os processos de replicação, transcrição e tradução a partir de dados reais do NCBI.

  • Adequada classificação da mutação e a sua correlação com a estrutura proteica.

  • Integração crítica dos mecanismos de regulação da expressão génica na proposta terapêutica.

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